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Cloud Native e Cloud Agnostic
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Entendendo CORS
CORS é um daqueles assuntos que atrapalha de iniciante a veteranos. Considerando que toda nova aplicação poderá sofrer com erros de CORS e muitas vezes leva algum tempo para resolver, ou pior, muitas vezes resolvemos da forma errada, esse post vem para ajudar nesse assunto. Hoje abordaremos tudo...
Arquitetura Fria — Enfrentando reestruturações tecnológicas sem nenhum conhecimento sobre o negócio
Nesta semana, abordei o tema "Arquitetura Fria - Enfrentando reestruturações tecnológicas sem nenhum conhecimento sobre o negócio". Esse assunto é polêmico, principalmente aos olhos dos leitores de manchetes, portanto...já sabe né?! Vem comigo, que hoje eu vou destravar uma habilidade interessante...
O PODER DO ASSÍNCRONO – 2 Episódios
Você já se perguntou como empresas como Amazon, Google e Netflix garantem que suas aplicações estejam sempre disponíveis, resilientes, escaláveis, eficientes e confiáveis? Não há uma única resposta, mas uma delas é processamento assíncrono, especialmente com a utilização de mensageria e filas....
Resiliência de Microsserviços
Como construir microsserviços resilientes: dicas e estratégias para garantir a continuidade do seu serviço Você já ouviu falar em resiliência? No contexto de software, ela se refere à capacidade de um sistema ou aplicação lidar e se adaptar a problemas e situações adversas. Para microsserviços, a...
Como o GO Horse está se travestindo de Ágil: os perigos de uma adoção superficial de metodologias ágeis
Nos últimos anos, o uso de metodologias ágeis tem sido amplamente difundido no desenvolvimento de software e gestão de projetos, buscando entregar valor de forma mais rápida e eficiente. No entanto, uma tendência preocupante tem surgido: a utilização do Go Horse, uma abordagem informal e caótica,...
Minimal API’s e Agnostic Services – Mais reaproveitamento e tolerância à mudanças
As Minimal API's são uma forma de implementar APIs em .NET, introduzida pela Microsoft no ASP.NET Core 6. Essas API's são projetadas para serem simples, leves e fáceis de usar, com uma sintaxe concisa que permite criar endpoints de API com menos código. Hoje quero chamar a atenção para o poder das...
MasterClass – Como um desenvolvedor .NET pode se destacar no mercado em 2023 apesar da crise
Hoje vou abordar o que mudou no mercado e mostrar um tipo de skill, um tipo de profissional que continua escasso e possui vagas aqui no Brasil ou fora dele. Aprenda a construir um perfil de sucesso resiliente às volatilidades do mercado de tecnologia. O que você verá nesta Masterclass Situação...
RabbitMQ Clustering #6 | Formas de Configurar um cluster
Agora vou te dar algumas estratégias diferentes para a construção do Cluster. Uma estática, outra baseada em peer discovery. Aí podemos usar K8S, Etcd, Consul ou o próprio EC2. No post passado No post passado eu falei sobre a quantidade ideal de nós de um cluster. Agora é hora de falar sobre quais...
RabbitMQ Clustering #5 | Projetando para disponibilidade
Se você sabe que precisa de um cluster, então é hora de pensar em como desenhar esse projeto. No post 2 dessa série(As 2 métricas vitais para o RabbitMQ), abordamos as métricas que fazem o RabbitMQ cair. Já no post 3 (RabbitMQ consome muita memória e disco?) falamos sobre o consumo de recursos,...
RabbitMQ Clustering #4 | Como as mensagens são persistidas
RabbitMQ é um excelente aliado na hora de entregar alta disponibilidade, resiliência, confiabilidade, eficiência e escalabilidade. Mas não basta subir uma instância, e sair usando de qualquer forma. Um dos cenários mais comuns que já esbarrei em consultorias ou na comunidade, é a falta de atenção...
RabbitMQ Clustering #3 | RabbitMQ consome muita memória e disco?
Será que o RabbitMQ consome demais? Se você pensava que ele consumia muita memória, está enganado. Ele só deixa em memória as mensagens que ele pretende entregar mais cedo para os consumidores. Então depende diretamente do throughput. Ele vai tentar balancear para não consumir muito, mas se o...
RabbitMQ Clustering #2 | As 2 métricas vitais para o RabbitMQ
Se você usa RabbitMQ ou pretende usar, é importante saber o que é um ofensor para seu deployment RabbitMQ. Aquilo que fará seu servidor RabbitMQ parar. Aqui apresento 2 métricas que ajudam a prever e prevenir quedas. Acredito que a primeira dúvida que paire sob sua cabeça seja: É comum RabbitMQ...
Projetos Open Source
projetos ativos e projetos antigos disponíveis para estudo
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Entender | Analisar | Projetar | Desenvolver | Implantar | Manter
A segurança que você busca não está em um tutorialPara entender uma tecnologia é importante entender o que influenciou sua criação, o que ela faz de fato, como ela faz. Para que então se sinta seguro e confiante a respeito das decisões que está prestes a tomar.
De um lado precisamos compreender o que está sendo feito por baixo dos panos para descobrir como extrair o máximo de uma tecnologia ou, ao menos, não atrapalhar o bom funcionamento dela.
O Cloud Native .NET é uma jornada de descoberta sobre tecnologias e patterns que fazem parte da maioria dos softwares que usamos, que somos usuários e que suportam e toleram altas cargas de trabalho, de forma eficaz, eficiente e sustentável.
É primeiro entendendo o que eles fazem, que podemos descobrir oportunidades e evoluir no que fazemos…
Conteúdo
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RabbitMQ Clustering #1
Você já deve ter visto que o RabbitMQ é usado para entregar resiliência, disponibilidade e confiabilidade. Eu já mostrei isso algumas vezes nos últimos anos. Talvez já tenha descoberto como pode reduzir a pressão de um volume intenso de trabalho sob seus sistemas, sua infra e seu banco, fazendo...
Cloud Native – Pela perspectiva das big techs
Ainda existe uma aura em torno do termo, mas com uma mensagem clara. Não basta só DevOps, não basta só Microsserviço, não basta só Nuvem. Cada uma dessas camadas de complexidade são complementares, e tem como objetivo aumentar a eficiência e eficácia de soluções projetadas para a nuvem. Aplicações...
Resolvendo caso de cochilos de 20s do Kong API gateway
Um dos problemas que percebi com o Kong no docker é que em alguns momentos, principalmente na primeira requisição a ele, encontrei um delay de pontuais 20s. Como estava também usando-o para cache, suspeitei do plugin e estava errado. A intenção do post é evitar que você também passe por isso. Aqui...
RabbitMQ – Trabalha em memória?
Já não é tão comum, mas ainda existe quem diga que RabbitMQ é rápido porque não tem banco de dados. Essa é uma MEN-TI-RA!! Ele entrega resiliência e performance, por outros motivos. É sobre isso que vamos falar hoje! Essa semana recebi uma mensagem que dizia algo aproximadamente assim: Gago, como...
Todo sistema tem jeito? É possível recuperar qualquer projeto?
Muitas vezes nos perguntamos se é ou não possível arrumar a casa, ou se devemos demolir e criar novamente tudo do zero, ou pelo menos de algo próximo disso. Hoje quero falar sobre algumas experiências que tive e falar sobre o framework que usei para tornar algumas experiências de recuperação de...
Rancher Longhorn no Kubernetes 1.25
Recém lançado em agosto, Kubernetes 1.25 trouxe desafios para o longhorn. Há pouco mais de 10 dias foi liberada na master do projeto a versão que permite usá-lo no Kubernetes 1.25. Mas afinal, o que é Longhorn? Se você usa AKS, EKS, GKE, ou Microk8s e instalações das mais variadas de Kubernetes,...
Conheça nosso Podcast
DevShow PodcastEm 2019 resolvemos criar um podcast, o DevShow Podcast, desde lá são mais de 40 episódios com muito assunto legal, sempre com essa pegada pessoal, falando coisas sérias, mas sem o menor compromisso com a formalidade.
.NET
.NET ASPIRE Dashboard Standalone como Container
Nessa sexta-feira dia 16 foi lançado o Dashboard do ASPIRE como uma implementação OTLP standalone, em uma imagem docker, pronta para uso.
Entenda as novidades nesse post.
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OCR Minimal API | .NET 8
Já pensou subir um serviço, com um simples docker run e ter um OCR ilimitado disponível para seu sistema? Você pode usar, comercializar, e fazer absolutamente qualquer coisa com o OCR.
Você pode usar para leitura de documentos, validação de prints, e muito mais.
Pois bem, hoje falarei sobre um projeto que criei e pode te economizar tempo e dinheiro no seu próximo projeto.
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Comece sempre com 2 instâncias
Subir uma única instância de qualquer componente, seja uma API, um Worker ou um Job, pode parecer suficiente em fases iniciais. No entanto, a verdadeira eficiência e capacidade de resposta de uma aplicação só são testadas quando operam em múltiplas instâncias. Iniciar com duas instâncias desde o começo do projeto não é apenas uma medida de precaução, mas uma estratégia proativa para garantir paz de espírito e salvar noites de sono.
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Cloud Native .NET com .NET Aspire – Primeiras Impressões
Um dos lançamentos do .NET Conf foi o .NET Aspire. Ele é um orquestrador de recursos (containers ou não), é um conjunto de building blocks para inicialização resiliente e observável dos principais recursos que sua aplicação pode depender.
Diferente de tudo que já vimos, hoje começamos a desvendar o .NET Aspire e seus recursos.
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Keyed DI services e Como o uso de tipos como identidade penaliza o design
Nos últimos anos vimos muitas implementações que usam Tipos (classes ou interfaces) como discriminador único em diversos contextos.
Essa é uma decisão prejudicial que torna o design mais burocrático, eleva a complexidade desnecessariamente. Como veremos nesse post o resultado é que temos um código mais caro e mais pobre.
Esse fenômeno afeta o mecanismo de injeção de dependência do ASP.NET, MediatR, Masstransit e outras várias implementações da Microsoft ou da comunidade.
Há exemplos dessa natureza por todo lado.
Hoje é dia de explicar porque tipos, sozinhos, são incompletos e porque estamos reaproveitando cada vez menos nosso código.
ler mais…Arquitetura
10 anos com RabbitMQ — O que aprendi sobre – parte 1
Uma das ferramentas que mudou minha carreira foi sem dúvidas o RabbitMQ.
RabbitMQ, embora tenha Coelho no nome, se comporta mais como um cavalo selvagem e arisco.
Mensageria, Aplicações assíncronas e Aplicações distribuídas são mais complexas, mas dão um poder que poucos no mercado conseguem compreender, e hoje quero trazer um pouco dessa experiência acumulada ao longo de uma década usando RabbitMQ em produção em projetos de todos os tamanhos.
Hoje é dia de falarmos de RabbitMQ.
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Entendendo o poder do WASM + WASI
Quando se fala em WebAssembly no universo .NET, é comum pensar imediatamente no Blazor, não é mesmo?
No entanto, para mim, a imagem que surge é a revolução que o WebAssembly no backend pode desencadear. Imagina mudar completamente a maneira como construímos, encapsulamos, hospedamos e gerenciamos sistemas, criando uma interoperabilidade inédita.
Não me refiro ao WebAssembly em navegadores. Estou falando sobre o WebAssembly no SERVIDOR, rodando jobs, Api’s, Workers, servidores de jogos, servidores de mensageria, qualquer coisa que seja backend, distante do browser. Sem nenhuma relação com blazor ou com front-end.
E o que estou prestes a revelar não tem qualquer relação com o Blazor!
Estamos falando de algo tão surpreendente quanto poderoso!
Sei que muitos ainda estão fascinados com o Blazor e com o WebAssembly no browser.
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Do Microsserviço para o Monolito — Amazon Prime Video
Hoje pela manhã me deparei com uma postagem que me chamou a atenção. Uma compartilhamento de um post que trazia um comentário sobre a Amazon Prime Video, contanto como eles estavam voltando de Microsserviços /Serverless para um Monolito.
Como se não bastasse, fui conferir o post e a headline diz:
Ampliação do serviço de monitoramento de áudio/vídeo Prime Video e redução de custos em 90%
A mudança de uma arquitetura de microsserviços distribuídos para um aplicativo monolítico ajudou a obter maior escala, resiliência e reduzir custos.
Hoje esse será o tema do nosso papo aqui.
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Resiliência de Microsserviços
Como construir microsserviços resilientes: dicas e estratégias para garantir a continuidade do seu serviço
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RabbitMQ Clustering #6 | Formas de Configurar um cluster
Agora vou te dar algumas estratégias diferentes para a construção do Cluster. Uma estática, outra baseada em peer discovery. Aí podemos usar K8S, Etcd, Consul ou o próprio EC2.
ler mais…Containers
Enterprise Application Log + Access Log NGINX
Embora esse tutorial trate detalhadamente de configurações do NGINX e LogStash, no lugar do NGINX você pode usar qualquer aplicação que produza log em textos e que seja possível manipular o formato dos logs.
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Azure Functions + Containers (Parte 2/2)
No post passado o foco estava nos Agnostic Services e no uso de containers. Agora é hora de olharmos outra questão mais braçal. Rodar Azure Functions 3 com Containers, uma tarefa que deveria ser trivial, mas não é.
Nossa jornada começa com o tutorial Criar uma função no Linux usando um contêiner personalizado, onde no step “Configurar o ambiente local” temos o passo de instalação do “O Azure Functions Core Tools versão 2.7.1846 ou uma versão 2.x posterior.”, que nos redireciona para o post “Trabalhar com o Azure Functions Core Tools“.
Esse step nos dá 2 opções, Azure Functions 2 ou 3. Para instalar a versão 3, local, precisamos executar:
npm install -g azure-functions-core-tools@3
A instalação ocorre perfeitamente.
Mas… ao executar o passo para a criação do projeto, que encontramos no link Criar uma função no Linux usando um contêiner personalizado (primeiro da lista acima)
func init LocalFunctionsProject --worker-runtime dotnet --docker
Somos surpreendidos com um erro.
$ func init LocalFunctionsProject --worker-runtime dotnet --docker
events.js:292
throw er; // Unhandled 'error' event
^
Error: spawn C:UsersluizcAppDataRoamingnpmnode_modulesazure-functions-core-toolsbin/func ENOENT
at Process.ChildProcess._handle.onexit (internal/child_process.js:268:19)
at onErrorNT (internal/child_process.js:468:16)
at processTicksAndRejections (internal/process/task_queues.js:84:21)
Emitted 'error' event on ChildProcess instance at:
at Process.ChildProcess._handle.onexit (internal/child_process.js:274:12)
at onErrorNT (internal/child_process.js:468:16)
at processTicksAndRejections (internal/process/task_queues.js:84:21) {
errno: -4058,
code: 'ENOENT',
syscall: 'spawn C:\Users\luizc\AppData\Roaming\npm\node_modules\azure-functions-core-tools\bin/func',
path: 'C:\Users\luizc\AppData\Roaming\npm\node_modules\azure-functions-core-tools\bin/func',
spawnargs: [
'init',
'LocalFunctionsProject',
'--worker-runtime',
'dotnet',
'--docker'
]
}
A solução, está nesse comentário do GitHub.
- Go to the installed location.
C:Users[USERNAME]AppDataRoamingnpmnode_modulesazure-functions-core-toolsin the example above. - Run
npm install [email protected] - Run
npm .libinstall.jsnode .libinstall.jsfrom that directory
Autor: Ankit Kumar
Uma vez executado o procedimento, deixamos de ter um problema na criação do projeto.
$ func init LocalFunctionsProject --worker-runtime dotnet --docker
Writing C:_devdocker-definitivoAzFuncLocalFunctionsProject.vscodeextensions.json
Writing Dockerfile
Writing .dockerignore
Daqui pra frente é só seguir o tutorial, instalando o plugin do Visual Studio Code (ms-azuretools.vscode-azurefunctions)

E seguir com debug e teste local.
Aliás, você deu uma olhadinha no Dockerfile?
É peculiar, mas vou deixar para você dar uma olhada e comentar nesse post.
Quer saber mais sobre Azure Functions?
Te indico o material do Renato Groffe no Medium.
Se precisa de um treinamento sobre Serverless + Azure Functions, o Renato, o Milton e o Ericson encabeçam o Azure na Prática que pode te ajudar nessa direção.
Aliás, um passarinho me contou que vai rolar o Azure na Prática #13 – Serverless + Azure Functions #03, e está em pré-venda. Vale lembrar que em pré-venda, são R$ 400 reais de desconto.
Azure na Prática – Serverless + Azure Functions
Vai rolar no dia 29/08/2020 (sábado), com foco em Serverless + Azure Functions e englobando o uso de tecnologias como:
Azure Logic Apps, RabbitMQ, Apache Kafka, SQL Server, MongoDB, Redis, Application Insights, Azure Cosmos DB e GitHub Actions.
Acesse então o link a seguir para efetuar sua inscrição com o desconto especial de pré-venda (apenas R$ 200,00).
Sim, é isso mesmo! De R$ 600 por R$ 200!!!!
Quer saber mais sobre Docker & .NET + Open Source?
No mais, se quiser saber mais sobre Docker e .NET, principalmente Open Source e .NET vem comigo que também tenho muita coisa legal!
Azure Functions + Containers (Parte 1/2)
Certa vez rolou uma discussão sobre Function as a Service (FaaS) e Containers questionando se um suplantaria o outro, ou se seríamos capazes de ignorar um em função do outro. Minha resposta curta e objetiva é: Não! Functions e Containers se complementam.
Sempre que olharmos para Function as a Service, o Lock-in bate à sua porta.
ler mais…
Dockerfiles: Entrypoint vs CMD?
Você viu Entrypoint e CMD em algum lugar, seja em um dockerfile ou em um docker run, mas não faz a ideia do que seja?
Vem comigo, é mais simples do que você imagina.
ler mais…
Docker no WSL² – Walkthrough
No post anterior eu contei um pouco da história do projeto, mas agora é hora de olharmos para ele de fato. Que tal um passeio no parque com o WSL2?
ler mais…Mensageria
RPC sob AMQP seduz enquanto mata… sua implantação de mensageria
Se você viu meu último post e se animou por acreditar que usar RPC sob AMQP seja uma ideia incrível, calma que lá vem um balde de água fria!
Com toda certeza eu não vou falar bem da abordagem! E se você resolveu que não vai ler, e ainda vai adotar RPC sob AMQP assim mesmo. Esse post é o que os teus colegas trarão para a discussão no trabalho! 🙂
ler mais…
Messaging Patterns: RPC – Remote Procedure Call
RPC pode parecer sofisticado demais, mas que tal Request/Response? Agora “SOA” familiar? Nem só de total assincronismo vive o mundo da mensageria, há momentos em que precisamos de uma resposta. RPC é a forma mais prática de adotar mensageria, mas é preciso entender as consequências dessa abordagem.
ler mais…
Resiliência: Polly vs RabbitMQ
Fato que eu adoro essas comparações inusitadas! A intenção desse post é poder trazer de forma consistente uma visão que ajude a trazer clareza, e me permita também referenciar um conteúdo mais estruturado em vez de ter de construir toda uma argumentação em locais que propositalmente não possuem esse espaço para isso.
Nos últimos meses falando de RabbitMQ eu escutei algumas falácias a respeito do Polly e vamos desmistificar o assunto. Bora falar de resiliência de forma séria.
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RabbitMQ Streams com TypeScript e NodeJS
Em Julho o RabbitMQ ganhou suporte a Streams. De um lado aproxima o RabbitMQ do Kafka já que possui a mesma estrutura de dados, mas por outra ótica se isola completamente sendo provavelmente o único produto da categoria com suporte a ambos. Mas você sabia que a diferença entre Streams e Queues são enormes? Ao ponto da discussão RabbitMQ vs Kafka sequer fazer muito sentido?
Hoje entrego mais um projeto de exemplo para os alunos do curso de RabbitMQ, e dessa vez é uma demo 2 em 1. Além de apresentar RabbitMQ com NodeJS, aproveitei para entregar o suporte a Streams e demonstrar as demandas específicas para lidar com o consumo dessa estrutura, visando mostrar uma forma uniforme de trabalhar com queues e streams.
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Mensageria já existia quando Jesus nasceu…
Até hoje eu consigo me surpreender com quão “novo” é o conceito de filas e troca de mensagens assíncronas para programadores. Hoje eu vou mostrar como esse conceito já está presente na nossa sociedade desde antes do nascimento de Jesus Cristo e você não percebeu ainda.
ler mais…Conteúdo e Posicionamento
.NET + Cloud Native + Cloud Agnostic
.NET | DevOps | Microservices | Containers | Continuous Delivery
.NET muito além do .NET
O mínimo de infra que todo dev e/ou arquiteto deveria saber
Aplicações distribuídas e comunicação entre serviços (RabbitMQ / gRPC)
Containers, Docker e Kubernetes
RabbitMQ e Mensageria e comunicação assíncrona entre aplicações e serviços
Arquitetura de Software e Arquitetura de Solução com foco no melhor aproveitamento em projetos .NET
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Tenho também alguns programas de acompanhamento. Esses programas tem a função de ajudar desenvolvedores em áreas específicas ou de forma mais abrangente na jornada do arquiteto.


















