Oragon Architecture

Quem segue esse blog conhece o Oragon Architecture, sabe pelo menos do que se trata e o que ele faz. Então vou encurtar as apresentações, pois já fiz isso em diversos posts.

De fato as mudanças, no desenvolvimento de software em si, nunca foram tão drásticas e disruptivas. Não há nada de ruim nisso, mas é necessário adaptar-se a novos dilemas, propostas e abordagens. Cheguei a cogitar, o abandono do projeto, por completo, acreditando que pudesse contribuir mais talvez em outro momento, com outras coisas menores, já que tudo o que tenho construído e desenhado baseia-se em algo que tende a não ser mais interessante para mim.

Os novos dilemas do desenvolvimento para CoreCLR e Mono no ASP.NET 5 sem sombra de dúvida ressalta aos olhos e chama atenção para um futuro onde poucas aplicações .net estarão efetivamente trabalhando operando em produção no windows. Principalmente pelo custo de infraestrutura, somada à capacidade de processamento e segurança com pouco hardware, essa é uma tendência nunca vista antes. É essa onda que pretendo surfar!

Ao encontro das novas tecnologias da plataforma Microsoft, desenhadas para a nuvem, temos em mais baixo nível, tecnologias desenhadas para escalabilidade horizontal infinita, como o caso dos containers. Nesse ponto, qualquer solução disponível hoje, ainda não atende às demandas que o Oragon começava a atender com o .Net Framework (Full CLR). Penso na possibilidade de criar imagens de um container que tenha ASP.NET e Oragon, sob um ubuntu server, em uma federação que permita total gestão. Imagino que ao invés de publicar aplicações em containers, você simplesmente publique no Oragon e possa subir containers idênticos e gerenciá-los remotamente direto pelo Oragon, escolhendo quais serviços trabalham em cada conjunto de containers.

O desenho ainda está totalmente aberto, ma prática não há nada fechado, apenas o mindset. Ainda vou trabalhar muito nas ideias, na construção de soluções que não dependam do Oragon para formar a proficiência necessária para tomar as devidas decisões. Mas admito que gosto muito da possibilidade de usar aplicações complexas de forma seletiva, habilitando serviço A, B ou C em determinado conjunto de containers. Mas isso implica em ter serviços A, B e C em todos containers, o que me parece um desperdício.

Vamos em frente, 2016 nem começou ainda e já estamos falando nele.

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